terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Dr. Luiz Mauro na Revista Perfil Médico

Acompanhe o artigo que o Dr. Luiz Mauro escreveu para a edição de Fevereiro da Revista Perfil Médico:





terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Reposição hormonal também é indicada para homens



Os problemas de saúde que surgem com o passar dos anos, como a redução dos hormônios, não é exclusividade das mulheres. A popularmente conhecida “andropausa” – na verdade um termo incorreto, faz analogia a menopausa – afeta os homens a partir dos 40 anos e é denominada Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) ou Hipogonadismo Senil. Os sintomas, segundo o urologista Luiz Mauro Coelho Nascimento, vão desde a diminuição do desejo sexual a piora da qualidade das ereções, e assim como nas mulheres, pode causar depressão, osteoporose , alteração de humor e insônia.
No Brasil, segundo o especialista, não existem dados estatísticos confiáveis sobre a incidência da DAEM, mas nos Estados Unidos estima-se que de 2 a 4 milhões de  homens apresentem o problema e pequena parcela deles recebe tratamento. Para o médico, mesmo a queda dos hormônios masculinos sendo lenta e progressiva em relação às mulheres, o crescente aumento da expectativa de vida fará com que a “andropausa” chegue a todos os homens em idade mais ou menos avançada. “Nos últimos anos o interesse em estudos envolvendo o homem idoso aumentaram significativamente, trazendo uma relação muito forte entre hormônios masculinos e função sexual, osteoporose, depressão e qualidade de vida”, disse o especialista.
A redução da testosterona pode ainda estar associada a algumas doenças como obesidade, estresse, diabetes, Aids, alcoolismo e insuficiência renal, hepática e respiratória. Para o diagnóstico em pacientes com suspeita de hipogonadismo senil, recomenda-se procurar um especialista e fazer uma avaliação laboratorial, com a dosagem da testosterona biodisponível. “Se diagnostica a DAEM, poderá ser realizada a reposição hormonal. O tratamento é contra-indicado para pacientes com de câncer de próstata ou mama, obstrução urinária grave e apnéia do sono”, afirmou Luiz Mauro. 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A doença que atinge milhões de brasileiros

O cálculo urinário, popularmente conhecido como pedra nos rins, é uma enfermidade que atinge de 5 a 10% da população, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN)



A pedra nos rins é resultado da saturação de sais e outras substâncias que ficam acumuladas na urina formando os cálculos, que geralmente são eliminados espontaneamente. Quando não causam obstrução urinária, podem evoluir para uma infecção ou provocar a presença de sangue na urina.
A ingestão insuficiente de líquidos é uma das principais causas da formação de cálculos renais. Beber pouca água prejudica a eliminação dos sais minerais do organismo que se acumulam lentamente até formarem a pedra.
É comum o diagnóstico em pessoas acima de 40 anos, mas a doença pode atingir adolescentes e crianças. O estudante Pedro Henrique Torrano se assustou ao saber que aos 23 anos e em plena forma física foi diagnosticado com pedra nos rins. “Quando o médico me informou da pedra, fiquei confuso, pois pratico esportes e pensava que pedra nos rins era doença de pessoas mais velhas”, afirmou.
A intervenção cirúrgica já não é usada com tanta frequência como no passado, Atualmente, com a evolução de métodos diagnósticos, é possível identificar pequenos cálculos urinários menores do que 0,5 cm, que provavelmente nem seriam notados. Já a cirurgia só é indicada para casos específicos que tenham algum tipo de complicação, como afirma o urologista Luiz Mauro Coelho Nascimento. “O diagnóstico de cálculo renal está mais moderno e eficaz e a cirurgia tende a ser o último dos recursos, para pacientes com cálculos maiores, acompanhados de dor, infecção, ou obstrução. O tratamento clínico deve ser feito com técnicas progressivamente mais agressivas até que elimine as pedras”, disse.

Dr. Luiz Mauro Coelho, deu algumas dicas para evitar a doença

Livre-se desta “pedra no caminho”

Existem diversas maneiras para evitar a doença, desde ingestão de líquidos a medidas dietéticas. Confira as dicas e fique livre de qualquer transtorno.
  • Pratique esportes e atividades físicas;
  • Beba muita água e sucos;
  • Evite sal e açúcar em grande quantidade;
  • Evite sucos de maçã e de laranja;
  • Água sem gás e sucos de frutas ralos são ideais para limpar os rins e mantê-los saudáveis.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Qual a hora certa para procurar um terapeuta sexual?



Vergonha. Pudor. Reconhecer que realmente existem problemas na sua vida sexual. Difícil, não? Se aceitar que os obstáculos são reais já é complicado, imagine pedir ajuda...
Há alguns anos, ir ao psicólogo era visto com maus olhos. "Eu não estou doente, então para que ir?", argumentavam algumas pessoas. Este mesmo estigma assola, hoje, a visita à um terapeuta sexual. Ir com o namorado ou marido então, parece cena de ficção científica.
Reveja seus conceitos. Os problemas sexuais têm solução se forem tratados com um especialista adequado. Para os homens, o caso da disfunção erétil têm muitas chances de grandes progressos. Portanto, livre-se dos preconceitos e assuma o que é melhor para você!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A doença que atinge milhões de brasileiros



O cálculo urinário, popularmente conhecido como pedra nos rins, é uma enfermidade que atinge de 5 a 10% da população segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).
É comum o diagnóstico em pessoas acima de 40 anos, mas a doença pode atingir adolescentes e crianças.
A pedra nos rins é resultado da saturação de sais e outras substâncias que ficam saturadas na urina formando os cálculos, que geralmente são eliminados espontaneamente. Quando não causam obstrução urinária podem evoluir para uma infecção ou provocar a presença de sangue na urina.
A ingestão insuficiente de líquidos é uma das principais causas da formação de cálculos renais, beber pouca água prejudica a eliminação dos sais minerais do organismo que se acumulam lentamente até formarem a pedra.
O estudante Pedro Henrique Torrano se assustou ao saber que com 23 anos e em plena forma física foi diagnosticado com pedra nos rins. “Quando o médico me informou da pedra fiquei confuso, pois pratico esportes e pensava que pedra nos rins era doença de pessoas mais velhas”, afirmou o estudante.
A intervenção cirúrgica já não é usada com tanta freqüência como no passado, atualmente com a evolução de métodos diagnósticos é possível identificar pequenos cálculos urinários menores do que 0,5 cm, que provavelmente nem seriam notados. Já a cirurgia só é indicada para casos específicos que tenham algum tipo de complicação como afirma o urologista Luiz Mauro Coelho Nascimento. “O diagnóstico de cálculo renal está mais moderno e eficaz e a cirurgia tende a ser o último dos recursos, para pacientes com cálculos maiores, acompanhados de dor, infecção, hematúria ou obstrução, o tratamento clínico que deve ser tratado por técnicas progressivamente mais agressivas até que fiquem livres dos cálculos”, disse Dr. Luiz Mauro.

Livre-se desta pedra no caminho
Existem diversas maneiras para evitar a doença desde ingestão de líquidos a medidas dietéticas. Confira as dicas e fique livre de qualquer transtorno.

  • Pratique esportes e atividades físicas;
  • Beba muita água e sucos;
  • Evite sal e açúcar em grande quantidade;
  • Evite sucos de maçã e de laranja;
  • Água sem gás e sucos de frutas ralos são ideais para limpar os ris e mantê-los saudáveis.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Sexualidade infantil - Parte II


Por Dr. Luiz Mauro Coelho Nascimento


 A sexualidade na criança se desenvolve em fases ou períodos com características próprias, predomínio de determinadas áreas ou partes do corpo, mostrando assim a face multifacetada e parcial da sexualidade infantil. Em outras palavras, os diversos estágios diferenciam-se pela área de localização da libido à qual a energia do impulso está dirigida e são as seguintes:
Fase oral:
Este período de duração de aproximadamente 01 ano, e que segue ao nascimento, é assim denominado porque a maior parte das necessidades e satisfações da criança reside na boca, ou seja, a fonte corporal das excitações pulsionais se dá principalmente na zona bucal e trato digestivo.
Fase anal:
Esta fase transcorre em torno do segundo e terceiro ano de vida, quando a criança já se encontra bastante desenvolvida, e ela vai passando de uma situação passiva e receptiva, para uma posição ativa. Suas funções motoras e neurológicas estão mais desenvolvidas, aprendem a engatinhar, a ficar de pé sem apoio, a falar, conseguem de modo progressivo, o aprendizado do controle das funções fisiológicas, e principalmente o controle esfincteriano.
 O controle esfincteriano é importante para o desenvolvimento psicossexual, porque ele representa o controle motor de maneira geral, traz sensação de domínio, de prazer na expulsão ou na retenção das fezes ou urina.
Fase fálica:
Este período se inicia por volta dos três anos e perdura até os cinco ou seis anos de idade, quando os estágios anteriores são deixados para trás, passando a fazer parte da estrutura psicossexual da criança. È denominada de fase fálica, se reportando ao pênis, mas na verdade quer dizer que a libido ou a energia pulsional se concentra nos órgãos genitais, os quais passam a ser a zona erógena predominante, mas que não representam ainda a genitalização verdadeira, pois vale lembrar, que o conceito de sexo é de natureza ambígua, tendo em vista que a criança não distingue conscientemente a diferença sexual anatômica.
Fase de latência:
Por volta dos cinco ou seis anos de idade, inicia-se um período de relativa acalmia no desenvolvimento da criança, denominado de latência, o que não indica que exista uma parada no desenrolar sexual, mas sim uma nova estruturação da mesma, ou seja, os impulsos eróticos têm menor influência no modo de viver, e o ego se encontra menos turbulento com os conflitos emocionais do que nas fases anteriores, e assim usando dessa energia se fortalece, lidando melhor com os impulsos e com o mundo exterior.
Fase genital:
 Com final da latência, tempo de relativa calma dos impulsos sexuais, surge em torno dos dez ou onze anos, uma avalanche de energia pulsional, que não espera o tempo para a adaptação, inundando o aparelho psíquico do indivíduo, e confundindo-se com o aumento de crescimento e amadurecimento físico, “deságua” em conflitos psicológicos e emocionais, obrigando o aparelho psíquico, e a personalidade a reorganizarem-se, em busca de um novo equilíbrio; assim inicia-se a puberdade e/ou adolescência, tempo em que só podemos dizer que alvorece, pois não sabemos exatamente quando termina.
 Resumindo, nos primeiros anos de vida, as zonas erógenas nas quais a libido se liga, se dirigem ao próprio indivíduo. A partir da fase fálica ou edípica, a criança já começa a se interessar por objetos além do seu corpo, como também no adulto, ou seja, direcionando a libido, a energia a outros objetivos, como também a outras pessoas. Os períodos citados anteriormente, nem sempre são rígidos, quanto ao tempo e localização da área onde a energia sexual se liga, podendo existir modos mais generalizados de excitação/satisfação como atividade músculo-esquelética, estímulos proprioceptivos e exteroceptivos, dor, etc. No adulto normal, poderá haver a centralização da energia sexual em determinados órgãos ou regiões do corpo (genital), a isto se denomina de “primazia genital”, quando o pênis, o clitóris, a vagina e toda a zona genital passam a concentrar toda excitação sexual e podemos dizer que quanto maior a libido objetal, mais maduro e socializado será o indivíduo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Dr. Luiz Mauro na Revista Perfil Médico

A edição de janeiro da revista Perfil Médico traz uma matéria, com depoimento do Dr. Luiz Mauro Coelho Nascimento, sobre a sexualidade após os 60 anos. O urologista e terapeuta sexual fala sobre os benefícios do sexo para pessoas nesta faixa etária e também dá dicas para melhorar a disposição sexual.

Confira a matéria na íntegra: