quinta-feira, 21 de março de 2013

Dr. Luiz Mauro na revista Perfil Médico

Na última edição da revista Perfil Médico, também contou com um texto que tem o depoimento do Dr. Luiz Mauro. Acompanhe o texto na íntegra:



terça-feira, 12 de março de 2013

Dr. Luiz Mauro no Correio de Uberlândia


Veja a íntegra da matéria do Correio de Uberlândia com depoimento do Dr. Luiz Mauro Coelho, falando sobre a dificuldade que diversas pessoas têm nas relações interpessoais, uma das possíveis causas do sucesso de aplicativos em redes sociais para encontros de sexo casual.

Leia mais aqui: http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/aplicativos-de-rede-social-promovem-encontros-sexuais-com-amigos/

terça-feira, 5 de março de 2013

O sexo após os 65 anos...


A chamada 3ª idade está cada vez mais ativa e supera o preconceito


          Eles têm mais de 65 anos, são, em sua maioria, aposentados e continuam em atividade plena. A atual terceira idade brasileira se mostra cada vez mais disposta.
Com o aumento da expectativa de vida no Brasil, hoje em torno de 72 anos, a qualidade de vida tem melhorado, em função de diversos fatores: o acesso à saúde pública está mais facilitado, as medicações para controle de doenças crônicas estão mais acessíveis e o aumento da conscientização na busca de melhores condições de vida. O número de pessoas que chegam na 3ª idade em boas condições de saúde física e mental e com melhores chances de socialização também é crescente. Desta forma, elas possuem mais oportunidades para manter e melhorar os seus relacionamentos, participar de novos encontros afetivos, vivenciar a sexualidade com menos preconceito e mais espontaneidade.
Segundo o urologista e terapeuta sexual, Luiz Mauro Coelho, o preconceito e as doenças crônicas estão entre os empecilhos para o bom desenvolvimento da vida sexual dos indivíduos desta faixa etária. “É comum os idosos encontrarem algumas dificuldades no que diz respeito ao sexo. Além do preconceito e doenças crônicas, também estão: dificuldades  sociais, uso de medicações para controle de doenças crônicas e a compreensão inadequada de períodos desta idade, como menopausa e “andropausa”, afirmou o Dr. Luiz Mauro.
De maneira geral, do ponto de vista orgânico, nos homens a taxa de hormônios (testosterona) diminui gradativamente após os 50 anos, sendo um dos fatores que  permitem a  eles se relacionarem sexualmente sem dificuldades. Quanto às mulheres, com o advento da menopausa, ocorre a interrupção abrupta da produção hormonal feminina o que não leva, necessariamente, à frigidez ou desinteresse sexual. É fundamental que cada um se conheça, entenda as necessidades e vontade do organismo e tenha uma vida saudável, com frequentes visitas ao médico, o especialista enfatiza a importância dos relacionamentos. “Em qualquer idade ou período da vida, deveríamos aspirar a experimentar a sexualidade no sentido amplo do amor, da dedicação, evidenciando que o sexo, ou  a sexualidade, não tem como fim à reprodução, é apenas um meio para o fenômeno, e que na verdade, a união sexual busca a realização plena do ser”, disse.
 
Confira dicas do terapeuta sexual para melhorar a disposição sexual após os 60 anos:

  • Anualmente, vá ao médico e faça uma avaliação geral;
  • Interaja com pessoas da mesma faixa etária;
  • Verifique se as medicações utilizadas (quando existirem) têm  interferência direta na sexualidade;
  • Pratique atividades físicas regularmente, sempre com a orientação de um profissional;
  • Tenha uma alimentação balanceada;
  • Busque sempre, incessantemente, o equilíbrio emocional. Se aproximar afetivamente a alguém;
  • Tenha atividades laborais, voluntariado, etc.



terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Dr. Luiz Mauro na Revista Perfil Médico

Acompanhe o artigo que o Dr. Luiz Mauro escreveu para a edição de Fevereiro da Revista Perfil Médico:





terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Reposição hormonal também é indicada para homens



Os problemas de saúde que surgem com o passar dos anos, como a redução dos hormônios, não é exclusividade das mulheres. A popularmente conhecida “andropausa” – na verdade um termo incorreto, faz analogia a menopausa – afeta os homens a partir dos 40 anos e é denominada Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) ou Hipogonadismo Senil. Os sintomas, segundo o urologista Luiz Mauro Coelho Nascimento, vão desde a diminuição do desejo sexual a piora da qualidade das ereções, e assim como nas mulheres, pode causar depressão, osteoporose , alteração de humor e insônia.
No Brasil, segundo o especialista, não existem dados estatísticos confiáveis sobre a incidência da DAEM, mas nos Estados Unidos estima-se que de 2 a 4 milhões de  homens apresentem o problema e pequena parcela deles recebe tratamento. Para o médico, mesmo a queda dos hormônios masculinos sendo lenta e progressiva em relação às mulheres, o crescente aumento da expectativa de vida fará com que a “andropausa” chegue a todos os homens em idade mais ou menos avançada. “Nos últimos anos o interesse em estudos envolvendo o homem idoso aumentaram significativamente, trazendo uma relação muito forte entre hormônios masculinos e função sexual, osteoporose, depressão e qualidade de vida”, disse o especialista.
A redução da testosterona pode ainda estar associada a algumas doenças como obesidade, estresse, diabetes, Aids, alcoolismo e insuficiência renal, hepática e respiratória. Para o diagnóstico em pacientes com suspeita de hipogonadismo senil, recomenda-se procurar um especialista e fazer uma avaliação laboratorial, com a dosagem da testosterona biodisponível. “Se diagnostica a DAEM, poderá ser realizada a reposição hormonal. O tratamento é contra-indicado para pacientes com de câncer de próstata ou mama, obstrução urinária grave e apnéia do sono”, afirmou Luiz Mauro. 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A doença que atinge milhões de brasileiros

O cálculo urinário, popularmente conhecido como pedra nos rins, é uma enfermidade que atinge de 5 a 10% da população, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN)



A pedra nos rins é resultado da saturação de sais e outras substâncias que ficam acumuladas na urina formando os cálculos, que geralmente são eliminados espontaneamente. Quando não causam obstrução urinária, podem evoluir para uma infecção ou provocar a presença de sangue na urina.
A ingestão insuficiente de líquidos é uma das principais causas da formação de cálculos renais. Beber pouca água prejudica a eliminação dos sais minerais do organismo que se acumulam lentamente até formarem a pedra.
É comum o diagnóstico em pessoas acima de 40 anos, mas a doença pode atingir adolescentes e crianças. O estudante Pedro Henrique Torrano se assustou ao saber que aos 23 anos e em plena forma física foi diagnosticado com pedra nos rins. “Quando o médico me informou da pedra, fiquei confuso, pois pratico esportes e pensava que pedra nos rins era doença de pessoas mais velhas”, afirmou.
A intervenção cirúrgica já não é usada com tanta frequência como no passado, Atualmente, com a evolução de métodos diagnósticos, é possível identificar pequenos cálculos urinários menores do que 0,5 cm, que provavelmente nem seriam notados. Já a cirurgia só é indicada para casos específicos que tenham algum tipo de complicação, como afirma o urologista Luiz Mauro Coelho Nascimento. “O diagnóstico de cálculo renal está mais moderno e eficaz e a cirurgia tende a ser o último dos recursos, para pacientes com cálculos maiores, acompanhados de dor, infecção, ou obstrução. O tratamento clínico deve ser feito com técnicas progressivamente mais agressivas até que elimine as pedras”, disse.

Dr. Luiz Mauro Coelho, deu algumas dicas para evitar a doença

Livre-se desta “pedra no caminho”

Existem diversas maneiras para evitar a doença, desde ingestão de líquidos a medidas dietéticas. Confira as dicas e fique livre de qualquer transtorno.
  • Pratique esportes e atividades físicas;
  • Beba muita água e sucos;
  • Evite sal e açúcar em grande quantidade;
  • Evite sucos de maçã e de laranja;
  • Água sem gás e sucos de frutas ralos são ideais para limpar os rins e mantê-los saudáveis.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Qual a hora certa para procurar um terapeuta sexual?



Vergonha. Pudor. Reconhecer que realmente existem problemas na sua vida sexual. Difícil, não? Se aceitar que os obstáculos são reais já é complicado, imagine pedir ajuda...
Há alguns anos, ir ao psicólogo era visto com maus olhos. "Eu não estou doente, então para que ir?", argumentavam algumas pessoas. Este mesmo estigma assola, hoje, a visita à um terapeuta sexual. Ir com o namorado ou marido então, parece cena de ficção científica.
Reveja seus conceitos. Os problemas sexuais têm solução se forem tratados com um especialista adequado. Para os homens, o caso da disfunção erétil têm muitas chances de grandes progressos. Portanto, livre-se dos preconceitos e assuma o que é melhor para você!