terça-feira, 22 de outubro de 2013

Como prevenir a impotência sexual masculina



Embora a maioria dos homens experimente episódios de disfunção erétil de vez em quando, existem maneiras e medidas para diminuir a probabilidade de ocorrências deste problema no futuro.
As principais formas de prevenir a disfunção erétil ou a impotência masculina são através de mudanças no estilo de vida, na dieta e na alimentação, fazendo exercício físico e exercícios kegel. Vamos então aprofundar cada ponto.

MUDANÇAS NO ESTILO DE VIDA

Fazer algumas mudanças ao seu estilo de vida vai melhorar a sua saúde em geral e vai melhorar a sua saúde psíquica e ajuda a prevenir problemas relacionados com a impotência masculina ou a disfunção erétil. A circulação sanguínea para o pênis é uma das várias causas da impotência. Se você tratar do seu pênis como trata o seu coração vai evitar muitos problemas.

DIETA E ALIMENTAÇÃO

Cada vez mais existem pessoas obesas, isto acontece porque tem uma alimentação inadequada e um hábitos de vida que não ajudam. Os consumidores são bombardeados com informação sobre todas as dietas rápidas e mágicas das revistas, suplementos e comprimidos para emagrecer mas não toma medidas para ter uma vida mais saudável. Com uma alimentação correta você não engorda e evita todos esses problemas.
Seguir os princípios básicos de comer frutas frescas, legumes e vegetais, cereais integrais e pouca gordura saturada é uma boa forma de começar uma alimentação mais saudável e equilibrada.

EXERCÍCIO FÍSICO

Fazer exercício físico regular faz bem ao coração e faz bem às suas cabeças (a de cima e a de baixo). Os homens que fazem exercício regular tem menos provabilidade de sofrer de estresse e ansiedade, tal como tem menos provabilidade de ter outros problemas e doenças. O exercício físico ajuda a aumentar a produção do hormônio testosterona, que ajuda no desempenho sexual.
Manter uma vida sexual ativa também ajuda a manter uma boa circulação de sangue para o pênis, o que ajuda a lutar contra as causas de impotência.

EXERCÍCIOS KEGEL

Os exercícios kegel ajudam a fortalecer os músculos pélvicos e são utilizados normalmente por mulheres grávidas ou por pacientes de incontinência. Estes exercícios também ajudam os homens que tem impotência masculina porque aumentam e melhoram a circulação do sangue.
Para isolar o músculo para fazer os exercícios kegel a melhor forma é praticar enquanto está urinando. Comece a contrair o músculo necessário para abrandar ou parar de urinar, depois tente manter a contração durante 10 segundos e solte o músculo novamente. Continue a fazer esse exercício até perceber qual o músculo que está envolvido. Quando conseguir isolar o músculo é recomendado treinar o músculo durante o dia. Continue a contrair a soltar o músculo durante o dia. Deve fazer no minimo 10 contrações 5 vezes por dia.
Caso tenha mais dúvidas sobre a disfunção erétil ou impotência masculina não hesite em perguntar.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Vida sexual na terceira idade

A chamada 3ª idade está cada vez mais ativa e supera o preconceito


          Eles têm mais de 65 anos, são, em sua maioria, aposentados e continuam em atividade plena. A atual terceira idade brasileira se mostra cada vez mais disposta.
Com o aumento da expectativa de vida no Brasil, hoje em torno de 72 anos, a qualidade de vida tem melhorado, em função de diversos fatores: o acesso à saúde pública está mais facilitado, as medicações para controle de doenças crônicas estão mais acessíveis e o aumento da conscientização na busca de melhores condições de vida. O número de pessoas que chegam na 3ª idade em boas condições de saúde física e mental e com melhores chances de socialização também é crescente. Desta forma, elas possuem mais oportunidades para manter e melhorar os seus relacionamentos, participar de novos encontros afetivos, vivenciar a sexualidade com menos preconceito e mais espontaneidade.
Segundo o urologista e terapeuta sexual, Luiz Mauro Coelho, o preconceito e as doenças crônicas estão entre os empecilhos para o bom desenvolvimento da vida sexual dos indivíduos desta faixa etária. “É comum os idosos encontrarem algumas dificuldades no que diz respeito ao sexo. Além do preconceito e doenças crônicas, também estão: dificuldades  sociais, uso de medicações para controle de doenças crônicas e a compreensão inadequada de períodos desta idade, como menopausa e “andropausa”, afirmou o Dr. Luiz Mauro.
De maneira geral, do ponto de vista orgânico, nos homens a taxa de hormônios (testosterona) diminui gradativamente após os 50 anos, sendo um dos fatores que  permitem a  eles se relacionarem sexualmente sem dificuldades. Quanto às mulheres, com o advento da menopausa, ocorre a interrupção abrupta da produção hormonal feminina o que não leva, necessariamente, à frigidez ou desinteresse sexual. É fundamental que cada um se conheça, entenda as necessidades e vontade do organismo e tenha uma vida saudável, com frequentes visitas ao médico, o especialista enfatiza a importância dos relacionamentos. “Em qualquer idade ou período da vida, deveríamos aspirar a experimentar a sexualidade no sentido amplo do amor, da dedicação, evidenciando que o sexo, ou  a sexualidade, não tem como fim à reprodução, é apenas um meio para o fenômeno, e que na verdade, a união sexual busca a realização plena do ser”, disse.
Confira dicas do terapeuta sexual para melhorar a disposição sexual após os 60 anos:

Anualmente, vá ao médico e faça uma avaliação geral;
Interaja com pessoas da mesma faixa etária;
Verifique se as medicações utilizadas (quando existirem) têm  interferência direta na sexualidade;
Pratique atividades físicas regularmente, sempre com a orientação de um profissional;
Tenha uma alimentação balanceada;
Busque sempre, incessantemente, o equilíbrio emocional. Se aproximar afetivamente a alguém;
Tenha atividades laborais, voluntariado, etc.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Previna-se do câncer de próstata



Já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

A idade é um fator de risco importante para o câncer de próstata, uma vez que tanto a incidência como a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.

Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de se ter a doença de 3 a 10 vezes comparado à população em geral, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias. 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Saúde do homem



Uma estatística preocupante que serve de alerta para os homens: a cada três adultos mortos, dois são do sexo masculino. Em média, homens vivem sete anos menos do que as mulheres. Os homens também são mais acometidos das doenças do aparelho circulatório, que tem como fatores de risco, o aumento da ingestão de sal, obesidade, uso abusivo de álcool, sedentarismo, tabagismo entre outros.
Especialistas recomendam que os homens devam consultar com um clínico geral pelo menos uma vez ao ano. As estatísticas indicam que a cada três mortes de adultos na faixa de 20 a 59 anos, duas são de homens, e de 18 a 30 anos de cada cinco mortes, quatro são de homens.
Historicamente o homem não tem o hábito de cuidar da própria saúde. Os homens são mais acometidos das doenças do aparelho circulatório, que tem como fatores de risco, o aumento da ingestão de sal, obesidade, uso abusivo de álcool, sedentarismo e tabagismo entre outros.

Abaixo você confere algumas dicas valiosas que podem ajudar a ala masculina á cuidar mais da sua saúde:

- Faça uma consulta com um clínico geral pelo menos uma vez ao ano;

- Faça exames de colesterol e confira a pressão arterial com frequência;

- As 45 pense em fazer o exame do toque e PSA (exame de sangue) para evitar o câncer de próstata;

- Leve uma vida menos estressante;

- Não fume;

- Procure ter uma alimentação mais saudável;

- Faça 30 minutos de atividade aeróbica por dia.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Benefícios do sexo para sua saúde


Confira abaixo sete benefícios relacionados ao ato, listados pelo site FitSugar.

1 – Fortalece a musculatura do assoalho pélvico.

Exercícios para fortalecer o assoalho pélvico (contração da região do períneo) podem ser feitos enquanto está sentada trabalhando e, também, durante o ato sexual. Eles até aumentam o prazer, além de ajudar a melhorar o controle da bexiga.

2 – Alivia a obstrução nasal

Ter um orgasmo alivia temporariamente os seios nasais. Portanto, sexo é bom contra as alergias.

3 – Aumenta a imunidade

Pessoas que transam uma ou duas vezes por semana têm até 30% de níveis mais elevados da imunoglobulina A, que estimula o sistema imunológico e colabora com o combate de infecções, como resfriados e gripe.

4 – Melhora o sono

O hormônio oxitocina aumenta quando faz sexo e o nível elevado ajuda a dormir melhor. Se tem problemas para cair no sono e descansar o tempo necessário, que tal se divertir entre quatro paredes?

5 – Reduz o risco de doença cardíaca

Uma pesquisa constatou que homens que fazem sexo duas ou mais vezes por semana cortam o risco de desenvolver doenças cardíacas pela metade.

6 – Adiciona anos de vida

Mulheres que gostam de sexo vivem mais do que as que o evitam. E o ato pode fazer com que elas se sintam de dois a oito anos mais jovens.

7 – Alivia o estresse

As endorfinas liberadas durante o sexo ajudam a aliviar a tensão e a deixar de lado os momentos ruins do dia.


Fonte: Terra

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Relacionamentos & Sexualidade

Por Dr. Luiz mauro Coelho



Nos relacionamentos humanos busca-se harmonizar vários encontros de amor, amizade, sexo, entretenimento, equilíbrio e, cada um busca a sua maneira.

Quando se pensa em fazer sexo, há uma redução do campo de atuação, ou seja, ocorre o que denominamos de genitalizacão, as pessoas focam somente o que os órgãos genitais podem realizar, esquecendo-se do que o coração e a emoção pode criar, imaginar, fantasiar...e tornar o encontro sexual realmente prazeroso.

Cada um de nós tem objetivos diversos a serem alcançados nos relacionamentos, e um dos pilares desta diversidade é a diferença no comportamento masculino e feminino, do ponto de vista afetivo/sexual.

Em geral o que toda Mulher quer é fantasia:

Um amante maravilhoso;

Um amigo para todas as horas;

Um Pai protetor;

E tudo num Homem só.

Por sua vez o que todo Homem quer e deseja:

Uma amante maravilhosa;

Uma amiga para todas as horas;

Uma Mãe protetora;

E tudo numa Mulher só.

Para nossa (in)felicidade nem sempre alcançamos nossos desejos, dado a nossa infinita singularidade, a qual nos torna únicos na Historia, e talvez por isso somos seres gregários, necessitamos uns dos outros e assim, nos completamos. Para isto, se requer dedicação MÚTUA, muito amor e criatividade em doses bastante exageradas.

Às vezes não conseguimos esta completude e em geral sentimos enorme dificuldade em COMUNICAR nossos sentimentos para nossa parceria, com medo do que outro pode pensar medo de sermos humilhados, medo de sermos livres e aprendermos como amar e relacionar sexualmente com o outro. Quando esta situação se instala no casal, o distanciamento inicia o seu trabalho, transformando a vida relacional num inferno, levando cada individuo a culpar-se em primeira instância e depois o outro e como, de novo, a dificuldade na COMUNICAÇÃO predomina, pode surgir ou parecer visível as disfunções sexuais, tanto masculinas quanto femininas. Esta situação não precisa inexoravelmente seguir este rumo, nós podemos interferir, procurar ajuda na parceria e com profissionais que lidam com as dificuldades na sexualidade. Refletindo um pouco no texto abaixo, talvez possamos encontrar respostas para as dificuldades de relacionamento das parcerias, principalmente as sexuais;

Como Rubens Alves nos ensina: O bicho-de-pé’(Tunga penetrans) merece sobreviver por suas múltiplas utilidades, entre elas, o seu uso didático, utilíssimo em aulas de educação sexual. A jovem, com medo da noite de núpcias, perguntou a mãe se doía muito. Ao que a mãe respondeu: “É feito bicho-de-pé’. Dói um pouquinho, mas depois a gente não quer parar de se esfregar...”.

Algumas dicas:

.Criatividade – as preliminares nos aquece e aproxima, tornando possível a entrega;

.Comunicação – informação sobre como cada um gosta de ser estimulado sexualmente e em quais pontos;

.Medicamentos – confira quais medicamentos ambos usam e se elas interferem no seu desempenho sexual;

.Retarde o orgasmo – durante a relação sexual, chegue próximo ao clímax e depois deixe a excitação diminuir um pouco e recomece. Repita algumas vezes, e’ muito relaxante...;

.Procure ajuda – o mais rápido possível;


Enfim, “O amor nasce, vive e morre pelo poder – delicado – da imagem poética que o amante vê no rosto da amada. O amor prefere a luz das velas. Talvez porque seja isso tudo que desejamos da pessoa amada: que ela seja uma luz suave que nos ajude a suportar o terror da noite” (Rubens Alves).

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Sexualidade Infantil - Parte II


A sexualidade na criança se desenvolve em fases ou períodos com características próprias, com predomínio de determinadas áreas ou partes do corpo, mostrando assim a face multifacetada e parcial da sexualidade infantil. Em outras palavras, os diversos estágios diferenciam-se pela área de localização da libido à qual a energia do impulso está dirigida e são as seguintes:
Fase oral:
Este período de duração de aproximadamente 01 ano, e que segue ao nascimento, é assim denominado porque a maior parte das necessidades e satisfações da criança reside na boca, ou seja, a fonte corporal das excitações pulsionais se dá principalmente na zona bucal e trato digestivo.
Fase anal:
Esta fase transcorre em torno do segundo e terceiro ano de vida, quando a criança já se encontra bastante desenvolvida, e ela vai passando de uma situação passiva e receptiva, para uma posição ativa. Suas funções motoras e neurológicas estão mais desenvolvidas, aprendem a engatinhar, a ficar de pé sem apoio, a falar, conseguem de modo progressivo, o aprendizado do controle das funções fisiológicas, e principalmente o controle esfincteriano.
 O controle esfincteriano não é importante por si só, de acordo com as normas do meio onde a criança vive, mas também para o desenvolvimento psicossexual, porque ele representa o controle motor de maneira geral, traz sensação de domínio, de prazer na expulsão ou na retenção das fezes ou urina.
Fase fálica:
Este período se inicia por volta dos três anos  e perdura até os cinco ou seis anos de idade, quando os estágios anteriores são deixados para trás, passando a fazer parte da estrutura psicossexual da criança. È denominada de fase fálica, se reportando ao pênis, mas na verdade quer dizer que a libido ou a energia pulsional se concentra nos órgãos genitais, os quais passam a ser a zona erógena predominante, mas que não representam ainda a genitalização verdadeira, pois vale lembrar, que o conceito de sexo é de natureza ambígua, tendo em vista que a criança não distingue conscientemente a diferença sexual anatômica.
Fase de latência:
Por volta dos cinco ou seis anos de idade, inicia-se um período de relativa acalmia no desenvolvimento da criança, denominado de latência, o que não indica que exista uma parada no desenrolar sexual, mas sim uma nova estruturação da mesma, ou seja, os impulsos eróticos têm menor influência no modo de viver, e o ego se encontra menos turbulento com os conflitos emocionais do que nas fases anteriores, e assim usando dessa energia se fortalece, lidando melhor com os impulsos e com o mundo exterior.
Fase genital:
 Com final da latência, tempo de relativa calma dos impulsos sexuais, surge em torno dos dez ou onze anos, uma avalanche de energia pulsional, que não espera o tempo para a adaptação, inundando o aparelho psíquico do indivíduo, e confundindo-se com o aumento de crescimento e amadurecimento físico, “deságua” em conflitos psicológicos e emocionais, obrigando o aparelho psíquico, e a personalidade a reorganizarem-se, em busca de um novo equilíbrio; assim inicia-se a puberdade e/ou adolescência, tempo em que só podemos dizer que alvorece, pois não sabemos exatamente quando termina.

 Resumindo, nos primeiros anos de vida, as zonas erógenas nas quais a libido se liga, se dirigem ao próprio indivíduo, ou seja, “[...] como a satisfação é alcançada no próprio corpo, excluído qualquer corpo estranho, dá-se-lhe o nome, segundo o termo introduzido por Havelock Ellis, de auto-erotismo.” (FREUD, 1910c). A partir da fase fálica ou edípica, a criança já começa a se interessar por objetos além do seu corpo, como também no adulto, ou seja, direcionando a libido, a energia a outros objetivos, como também a outras pessoas. Os períodos citados anteriormente nem sempre são rígidos, quanto ao tempo e localização da área onde a energia sexual se liga, podendo existir modos mais generalizados de excitação/satisfação como atividade músculo-esquelética, estímulos proprioceptivos e exteroceptivos, dor, etc. No adulto normal, poderá haver a centralização da energia sexual em determinados órgãos ou regiões do corpo (genital), a isto se denomina de “primazia genital”, quando o pênis, o clitóris, a vagina e toda a zona genital passam a concentrar toda excitação sexual e podemos dizer que quanto maior a libido objetal, mais maduro e socializado será o indivíduo.