terça-feira, 12 de agosto de 2014

Dr. Luiz Mauro no Bem Viver

O Dr. Luiz Mauro participou do Bem Viver e falou sobre a importância da sexualidade nos relacionamentos e respondeu às dúvidas dos telespectadores.

Confira o programa: http://redeglobo.globo.com/mg/tvintegracao/bemviver/videos/t/edicoes/v/entenda-o-que-e-sexualidade-e-a-importancia-dela-no-relacionamento-confira-no-bem-viver/3553386/


terça-feira, 29 de julho de 2014

Saiba mais sobre a importância do check up anual



A realização periódica de um check-up é essencial para quem pretende manter a saúde em dia, já que a descoberta precoce de certas doenças é um importante passo no processo da cura. A denominação check-up é uma palavra de origem inglesa que significa controle e indica a realização de exames médicos regulares, uma ferramenta essencial para a manutenção da saúde.

Mesmo diante dos inúmeros benefícios deste procedimento, muitas pessoas só procuram auxílio médico quando já estão seriamente doentes, pois a atitude de comparecer com frequência ao médico não faz parte da cultura dos brasileiros, principalmente quando se fala do sexo masculino.

Homens e mulheres com idades entre 45 e 55 anos são aconselhados a realizar um check-up pelo menos uma vez ao ano, assim permanecem cientes do que está acontecendo com o seu organismo. A avaliação anual é importante para diagnosticar possíveis patologias em sua fase inicial, que podem ser tratadas da melhor maneira ou mesmo ser evitadas.
Dentre os exames do check-up estão: hemograma, creatinina, glicemia, colesterol total e fração, triglicérides, ácido úrico, urina rotina, fezes (parasitológico), parte renal, eletrocardiograma, ergométrico, raios-x do tórax, entre outros. E com relação à saúde do homem, o Antígeno Prostático Específico (PSA) e exame do toque retal.

Estes exames oferecem informações sobre a função do fígado, dos rins, presença ou não de parasita e vírus no organismo, assim como condições do sangue ao nível das plaquetas, açúcar e ferro entre outros dados que o médico poderá interpretar melhor de acordo com a queixa apresentada pelo paciente, caso ela exista.

Inúmeras patologias podem ser detectadas precocemente através do check-up preventivo. Outras tantas, crônicas e incuráveis, podem ter seu curso alterado de forma a proporcionar uma adequada qualidade de vida aos pacientes, que assim podem controlar melhor as manifestações dos males e evitar o surgimento de complicações futuras. Portanto, é de extrema importância realizar a avaliação com periodicidade adequada.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Dr. Luiz Mauro no programa Depois do jeans

No programa Depois do Jeans, no Canal da Gente, o Dr. Luiz Mauro falou sobre a sexualidade na terceira idade.
Assista ao programa na íntegra: http://www.canaldagente.com.br/m/videos/view/DEPOIS-DO-JEANS-05-de-Julho-2014



terça-feira, 24 de junho de 2014

Terapia sexual: qual o momento certo de procurar?



A terapia sexual envolve não apenas os conselhos do especialista, mas também um estudo sobre a história de vida de cada um. Também levanta as dificuldades de relacionamento com a parceira ou parceiro e a procura de conflitos na relação. Mas o que importa numa terapia sexual?
'O que é importante é o quanto o terapeuta consegue fazer com que a pessoa descubra as suas potencialidades não apenas sexuais, mas também a maneira como ela passa a reconhecer o próprio corpo, o próprio prazer, seus desejos e a forma como consegue lidar com essas descobertas', destaca o psicólogo clínico e terapeuta sexual, Breno Rosostolato.
A ideia da terapia sexual é trabalhar sempre com a perspectiva do autoconhecimento onde a pessoa passa a reconhecer aspectos do seu corpo que antes não eram tão percebidos ou, em alguns casos, ignorados. Com a terapia, a pessoa ou o casal passa a ter emancipação e autonomia diante desse prazer e pode vivenciar seus desejos sem culpa, sem repressões e sem basear-se em conceitos sociais que tanto são impositivos.
A terapia trata só casais? Não. Pessoas sem parceiro sexual podem se beneficiar da terapia sexual. Se há parceiro sexual, mesmo sendo saudável sexualmente, o ideal é que ele participe da terapia sexual. Os casais são os que mais procuram a terapia geralmente por conta de questões amorosas, de relacionamento, separação ou outras desavenças que fazem com que eles não consigam ter uma convivência harmônica. Mas a terapia também pode ser trabalhada individualmente.
Quando se trata de um casal, o trabalho é intenso na terapia porque esse casal passa a conversar e as trocas acontecem ali mesmo, são imediatas. Já a terapia sexual individual requer um processo um pouco mais demorado porque a pessoa não tem essa troca direta.
Entre as principais queixas dos casais nos consultório, o ciúme extremo é um aspecto muito abordado nas terapias sexuais. É aquele ciúme mútuo aliado às diferenças de comportamento onde um sempre vai querer mais liberdade do que o outro.
Outro ponto a ser trabalhado na terapia sexual é a confusão sobre os novos papeis masculinos e femininos e suas posturas e condutas. 'Essa confusão é comum nos relacionamentos e isso vem afetando bastante emocionalmente e psicologicamente as pessoas porque elas não conseguem mais se encontrar e não sabem de que forma podem agir e se comportar diante dessas transformações. Isso também é trabalhado na terapia sexual', explica.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Pesquisa aponta que 30% das mulheres brasileiras têm falta de desejo


Carícias, beijos, sussurros, toques corporais e finalmente o clímax é a sequência de estímulos no corpo a grande responsável, na maioria das vezes, pelo famoso orgasmo feminino.           
Do ponto vista anatômico, o orgasmo consiste em uma série de reflexos, contrações rítmicas involuntárias da musculatura pélvica e perineal, frequentemente acompanhado de intenso de prazer, seguido da sensação gostosa de alívio e relaxamento. A frequência e a intensidade do orgasmo são pessoais e cada pessoa o descreve de acordo com as suas vivências, ou seja, cada um sente o orgasmo à sua maneira. E sua obtenção pode ser através de relações sexuais, da masturbação ou de fantasias eróticas.
Segundo uma pesquisa recente realizada no Projeto Sexualidade (Prosex, instituto que estuda sexualidade na USP-SP), 30% das mulheres brasileiras reclamam sobre a falta de orgasmos, falta de desejo ou excitação sexual.
O terapeuta sexual, Luiz Mauro Coelho, explica que na década de 1960, com o advento da “pílula” anticoncepcional, as mulheres passaram a se dar mais valor. “A partir deste momento a mulher começou a se importar, a valorizar a obtenção de prazer durante as relações sexuais, pois perceberam que não tinham apenas objetivos reprodutivos. Enquanto que na década de 1980 para 1990, o orgasmo se transformou em sensação obrigatória, sinal de maturidade para as mulheres, o que pode ocasionar a diminuição da espontaneidade nos relacionamentos sexuais”, disse.
Quanto às causas de dificuldade em se obter o orgasmo são muitas variáveis e de acordo com Hugo Miyahira, vice-presidente da Região Sudeste da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), são três os fatores que podem interferir, negativamente, no orgasmo feminino: o transpessoal, o interpessoal e o intrapessoal. O primeiro tem a ver com a cultura que a pessoa está inserida: fatores religiosos. O interpessoal, por sua vez, são as relações entre as pessoas: um companheiro que não é carinhoso, que cobra muito um determinado desempenho na cama e que acaba não proporcionando um clima favorável. Já o intrapessoal é a capacidade da mulher de conhecer o próprio corpo, de praticar o autoerotismo.
Determinados comportamentos ou exigências durante as relações sexuais também atrapalham a obtenção do orgasmo, como a ideia de “chegar juntos ao orgasmo”, uma cobrança comum que não traz benefício algum, pelo contrário, causa ansiedade em ambos os parceiros, porque eles passam a se preocupar com desempenho, deixando de lado o prazer de estarem juntos, compartilhando sentimentos e sensações.
Outro conceito equivocado é diferenciar orgasmo “clitoriano” e “vaginal”. Existe um ápice da excitação sexual, o clímax que se inicia no clitóris e se espalha por toda área vaginal, com contrações da musculatura perivaginal e pélvica e, em seguida transferindo sensações prazerosas por todo o corpo.
Enfim, gozar durante o coito é estimulante, agradável e aconchegante, não importando muito o modo de consegui-lo, tendo em vista que apenas 20% das mulheres chegam ao orgasmo pela penetração vaginal, segundo a mesma pesquisa da USP.




terça-feira, 15 de abril de 2014

65% dos brasileiros têm a próstata aumentada, veja como se cuidar



De acordo com estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com mais de 10 mil homens em 11 estados brasileiros, 65% deles têm indícios de próstata aumentada. No mundo, o número chega a 72%

Não é apenas a barriga que costuma ganhar mais medidas com o decorrer do tempo. A partir dos 50 anos, uma condição torna-se bastante comum entre os homens, o crescimento da próstata. Esta pequena glândula, de apenas 15 gramas e responsável pela produção do esperma, chega a pesar de 30 a 120 gramas com o passar do tempo, condição chamada de hiperplasia prostática, a doença mais comum na próstata. De acordo com estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com mais de 10 mil homens em 11 estados brasileiros, 65% deles têm indícios de próstata aumentada. No mundo, o número chega a 72%.

A hiperplasia prostática é um inchaço da glândula que obstrui parcial ou totalmente a uretra. A doença começa silenciosa, sem alardes, aumentando aos poucos a frequência de urinar. Com o tempo, pode causar dor e a sensação de que a bexiga nunca se esvazia, o que prejudica toda a vida do homem, que precisa ir ao banheiro várias vezes durante o dia e à noite. Ele não consegue participar de uma reunião, dormir a noite toda, ir à uma sessão de cinema ou viajar. Casos graves levam o homem à retenção ou incontinência urinária ou até a insuficiência renal., explica o urologista Sandro Faria, um dos maiores pesquisadores sobre o tema.

Veja abaixo dez dicas sobre a condição, seu tratamento e prevenção:

Dica 01- A chance de apresentar hiperplasia benigna dobra a cada década do homem. É a doença mais comum da próstata.

Dica 02 - A hiperplasia prostática prejudica a qualidade de vida do homem e muda sua rotina, afetando o desempenho no trabalho, no humor, no casamento, na vida sexual. O principal sintoma é o aumento da frequência para urinar.

Dica 03 - Algumas condições favorecem o crescimento da próstata: fatores genéticos, diabetes, obesidade e tabagismo. Ter uma vida saudável, com alimentação equilibrada e sem cigarro, podem ajudar a diminuir as chances de apresentar o problema. É importante também procurar o urologista com frequência após os 40 anos.

Dica 04 - O diagnóstico é feito pela história clínica e toque retal. O ultrassom e o estudo urodinâmico são necessários em alguns casos.

Dica 05 - A dificuldade, segundo o especialista, é que a hiperplasia benigna ainda é negligenciada. “Há muitos casos de subdiagnóstico. Não temos dados estatísticos no Brasil, mas estima-se que, de seis milhões de pessoas que precisariam receber atenção ao problema, apenas 300 mil estão em tratamento".

Dica 06 - O crescimento da próstata não evolui para o câncer de próstata. São patologias concomitantes, como enfisema e câncer de pulmão.

Dica 07 - Não há nada comprovado que uma taça de vinho por dia ou alimentos como tomate e castanha ajudem a prevenir a doença na próstata.

Dica 08 – Casos mais leves são tratados com medicamento e, de acordo com o especialista, 30% dos pacientes precisam de cirurgia para reduzir o tamanho da próstata, que pode ser tradicional – de ressecção transuretral convencional para retirada fragmento da próstata pela uretra, ou a laser, que vaporiza a próstata.

Dica 09 - O tratamento mais avançado no Brasil atualmente é a cirurgia a laser, não invasiva, sem limite para o volume de próstata, o que aumenta o número de pessoas beneficiadas pela cirurgia. A tecnologia chamada de GreenLight reduz o tempo de internação e recuperação, e o paciente tem alta, em média, em até 24 horas. Mais de 600 estudos comprovam a eficácia e segurança do GreenLight, com mais de 500 mil pacientes tratados em todo o mundo.

Dica 10 - O tratamento com laser verde é um avanço para pacientes com doenças do coração, que precisam utilizar drogas anticoagulantes e antes não tinham alternativas de cirurgia. Como o sangramento é mínimo, não há necessidade de suspender o medicamento.

Fonte: runnersworld