terça-feira, 18 de novembro de 2014

Dr. Luiz Mauro no programa TVU Notícias



O Dr. Luiz Mauro deu entrevista para o programa TVU Notícias, da TV Universitária, e falou sobre a alta incidência do câncer de próstata. Também falou sobre prevenção e cuidados que os homens deve ter com a saúde.
Confira a entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=Fl7tb1r9sog&eature=youtu.be


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Fique atento e previna-se do câncer de próstata



Já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

A idade é um fator de risco importante para o câncer de próstata, uma vez que tanto a incidência como a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.

Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de se ter a doença de 3 a 10 vezes comparado à população em geral, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias. 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Dr. Luiz Mauro no Bem Viver

O Dr. Luiz Mauro participou do Bem Viver e falou sobre a importância da sexualidade nos relacionamentos e respondeu às dúvidas dos telespectadores.

Confira o programa: http://redeglobo.globo.com/mg/tvintegracao/bemviver/videos/t/edicoes/v/entenda-o-que-e-sexualidade-e-a-importancia-dela-no-relacionamento-confira-no-bem-viver/3553386/


terça-feira, 29 de julho de 2014

Saiba mais sobre a importância do check up anual



A realização periódica de um check-up é essencial para quem pretende manter a saúde em dia, já que a descoberta precoce de certas doenças é um importante passo no processo da cura. A denominação check-up é uma palavra de origem inglesa que significa controle e indica a realização de exames médicos regulares, uma ferramenta essencial para a manutenção da saúde.

Mesmo diante dos inúmeros benefícios deste procedimento, muitas pessoas só procuram auxílio médico quando já estão seriamente doentes, pois a atitude de comparecer com frequência ao médico não faz parte da cultura dos brasileiros, principalmente quando se fala do sexo masculino.

Homens e mulheres com idades entre 45 e 55 anos são aconselhados a realizar um check-up pelo menos uma vez ao ano, assim permanecem cientes do que está acontecendo com o seu organismo. A avaliação anual é importante para diagnosticar possíveis patologias em sua fase inicial, que podem ser tratadas da melhor maneira ou mesmo ser evitadas.
Dentre os exames do check-up estão: hemograma, creatinina, glicemia, colesterol total e fração, triglicérides, ácido úrico, urina rotina, fezes (parasitológico), parte renal, eletrocardiograma, ergométrico, raios-x do tórax, entre outros. E com relação à saúde do homem, o Antígeno Prostático Específico (PSA) e exame do toque retal.

Estes exames oferecem informações sobre a função do fígado, dos rins, presença ou não de parasita e vírus no organismo, assim como condições do sangue ao nível das plaquetas, açúcar e ferro entre outros dados que o médico poderá interpretar melhor de acordo com a queixa apresentada pelo paciente, caso ela exista.

Inúmeras patologias podem ser detectadas precocemente através do check-up preventivo. Outras tantas, crônicas e incuráveis, podem ter seu curso alterado de forma a proporcionar uma adequada qualidade de vida aos pacientes, que assim podem controlar melhor as manifestações dos males e evitar o surgimento de complicações futuras. Portanto, é de extrema importância realizar a avaliação com periodicidade adequada.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Dr. Luiz Mauro no programa Depois do jeans

No programa Depois do Jeans, no Canal da Gente, o Dr. Luiz Mauro falou sobre a sexualidade na terceira idade.
Assista ao programa na íntegra: http://www.canaldagente.com.br/m/videos/view/DEPOIS-DO-JEANS-05-de-Julho-2014



terça-feira, 24 de junho de 2014

Terapia sexual: qual o momento certo de procurar?



A terapia sexual envolve não apenas os conselhos do especialista, mas também um estudo sobre a história de vida de cada um. Também levanta as dificuldades de relacionamento com a parceira ou parceiro e a procura de conflitos na relação. Mas o que importa numa terapia sexual?
'O que é importante é o quanto o terapeuta consegue fazer com que a pessoa descubra as suas potencialidades não apenas sexuais, mas também a maneira como ela passa a reconhecer o próprio corpo, o próprio prazer, seus desejos e a forma como consegue lidar com essas descobertas', destaca o psicólogo clínico e terapeuta sexual, Breno Rosostolato.
A ideia da terapia sexual é trabalhar sempre com a perspectiva do autoconhecimento onde a pessoa passa a reconhecer aspectos do seu corpo que antes não eram tão percebidos ou, em alguns casos, ignorados. Com a terapia, a pessoa ou o casal passa a ter emancipação e autonomia diante desse prazer e pode vivenciar seus desejos sem culpa, sem repressões e sem basear-se em conceitos sociais que tanto são impositivos.
A terapia trata só casais? Não. Pessoas sem parceiro sexual podem se beneficiar da terapia sexual. Se há parceiro sexual, mesmo sendo saudável sexualmente, o ideal é que ele participe da terapia sexual. Os casais são os que mais procuram a terapia geralmente por conta de questões amorosas, de relacionamento, separação ou outras desavenças que fazem com que eles não consigam ter uma convivência harmônica. Mas a terapia também pode ser trabalhada individualmente.
Quando se trata de um casal, o trabalho é intenso na terapia porque esse casal passa a conversar e as trocas acontecem ali mesmo, são imediatas. Já a terapia sexual individual requer um processo um pouco mais demorado porque a pessoa não tem essa troca direta.
Entre as principais queixas dos casais nos consultório, o ciúme extremo é um aspecto muito abordado nas terapias sexuais. É aquele ciúme mútuo aliado às diferenças de comportamento onde um sempre vai querer mais liberdade do que o outro.
Outro ponto a ser trabalhado na terapia sexual é a confusão sobre os novos papeis masculinos e femininos e suas posturas e condutas. 'Essa confusão é comum nos relacionamentos e isso vem afetando bastante emocionalmente e psicologicamente as pessoas porque elas não conseguem mais se encontrar e não sabem de que forma podem agir e se comportar diante dessas transformações. Isso também é trabalhado na terapia sexual', explica.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Pesquisa aponta que 30% das mulheres brasileiras têm falta de desejo


Carícias, beijos, sussurros, toques corporais e finalmente o clímax é a sequência de estímulos no corpo a grande responsável, na maioria das vezes, pelo famoso orgasmo feminino.           
Do ponto vista anatômico, o orgasmo consiste em uma série de reflexos, contrações rítmicas involuntárias da musculatura pélvica e perineal, frequentemente acompanhado de intenso de prazer, seguido da sensação gostosa de alívio e relaxamento. A frequência e a intensidade do orgasmo são pessoais e cada pessoa o descreve de acordo com as suas vivências, ou seja, cada um sente o orgasmo à sua maneira. E sua obtenção pode ser através de relações sexuais, da masturbação ou de fantasias eróticas.
Segundo uma pesquisa recente realizada no Projeto Sexualidade (Prosex, instituto que estuda sexualidade na USP-SP), 30% das mulheres brasileiras reclamam sobre a falta de orgasmos, falta de desejo ou excitação sexual.
O terapeuta sexual, Luiz Mauro Coelho, explica que na década de 1960, com o advento da “pílula” anticoncepcional, as mulheres passaram a se dar mais valor. “A partir deste momento a mulher começou a se importar, a valorizar a obtenção de prazer durante as relações sexuais, pois perceberam que não tinham apenas objetivos reprodutivos. Enquanto que na década de 1980 para 1990, o orgasmo se transformou em sensação obrigatória, sinal de maturidade para as mulheres, o que pode ocasionar a diminuição da espontaneidade nos relacionamentos sexuais”, disse.
Quanto às causas de dificuldade em se obter o orgasmo são muitas variáveis e de acordo com Hugo Miyahira, vice-presidente da Região Sudeste da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), são três os fatores que podem interferir, negativamente, no orgasmo feminino: o transpessoal, o interpessoal e o intrapessoal. O primeiro tem a ver com a cultura que a pessoa está inserida: fatores religiosos. O interpessoal, por sua vez, são as relações entre as pessoas: um companheiro que não é carinhoso, que cobra muito um determinado desempenho na cama e que acaba não proporcionando um clima favorável. Já o intrapessoal é a capacidade da mulher de conhecer o próprio corpo, de praticar o autoerotismo.
Determinados comportamentos ou exigências durante as relações sexuais também atrapalham a obtenção do orgasmo, como a ideia de “chegar juntos ao orgasmo”, uma cobrança comum que não traz benefício algum, pelo contrário, causa ansiedade em ambos os parceiros, porque eles passam a se preocupar com desempenho, deixando de lado o prazer de estarem juntos, compartilhando sentimentos e sensações.
Outro conceito equivocado é diferenciar orgasmo “clitoriano” e “vaginal”. Existe um ápice da excitação sexual, o clímax que se inicia no clitóris e se espalha por toda área vaginal, com contrações da musculatura perivaginal e pélvica e, em seguida transferindo sensações prazerosas por todo o corpo.
Enfim, gozar durante o coito é estimulante, agradável e aconchegante, não importando muito o modo de consegui-lo, tendo em vista que apenas 20% das mulheres chegam ao orgasmo pela penetração vaginal, segundo a mesma pesquisa da USP.